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Quando pensamos em tudo o que envolve o mercado cripto, a segurança é um dos principais tópicos levantados entre as dúvidas dos clientes. E o Compliance tem um papel fundamental nisso!
No episódio de hoje, Daniel Coquieri, nosso CEO, junto a Felippe Percigo e Rita Casolato, falam mais sobre a importância do Compliance e como garantir a segurança contra riscos e fraudes no mercado cripto.
O que é o Compliance?
O termo Compliance vem do verbo “to comply”, em inglês, que significa estar de acordo com algum tipo de ordem, regras ou pedidos. Como a própria Rita diz, é fazer o que é certo do jeito certo, no modo certo, na hora certa e no momento certo.
O Compliance conta com 3 grandes pilares que ajudam a sustentá-lo: prevenção, detecção e tratamento. É papel do compliance criar mecanismos que tragam solidez, criem um ambiente regulado, com segurança, fazendo com que a empresa esteja correta perante as normas vigentes. Além disso, esses mecanismos também são responsáveis por trazer integridade ao negócio e fazer com que os colaboradores entendam todo o processo e tragam o espírito de Compliance para as suas vidas corporativas.
Quais os desafios do compliance com relação ao mercado cripto?
Por conta dessa subjetividade na regulamentação de alguns criptoativos, o processo de Compliance de muitas empresas fica de lado, pois elas acreditam que não precisam estar de acordo com alguma regulamentação específica para realizar os negócios. Mas como uma análise de Compliance poderia atuar nesse campo?
No campo da tokenização, por exemplo, a análise de Compliance teria o papel de, no momento do processo de oferta do token, realizar um protocolo de segurança para manter as partes envolvidas seguras, além de realizar um background check bem definido, estrategicamente, através de consultas em bancos de dados públicos e privados.
Assim, é possível verificar se as informações no processo de onboarding e cadastramento são condizentes com o que foi informado na negociação.
O grande desafio do Compliance, no cenário atual da tokenização e de outros criptoativos, em que não existem muitas referências, é incorporar o que já é feito e funciona no mercado financeiro tradicional nas fintechs que atuam no mercado cripto, trazendo solidez e robustez de ambientes regulados, além de mais segurança para os clientes no momento de contratarem os serviços da fintech.
Se interessou? Você pode ficar por dentro de todos os episódios lançados na página oficial do Talkenização!
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