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Como o metaverso se relaciona com os criptoativos?

calendar_month 13/01/2022

O metaverso é um tema cada vez mais atual e que vem ganhando força dia após dia, tomando conta de conversas de todos aqueles que estão antenados nas novidades tecnológicas.

Mas e quando se trata do mercado cripto? Já parou para se perguntar a maneira como o metaverso se relaciona com os criptoativos? É isso que iremos responder neste artigo.

Boa leitura!

O que é Metaverso?

Podemos entender o metaverso, de forma bem simples, como uma espaço digital que envolve representações digitais de pessoas, lugares e coisas. Em outras palavras, pode ser considerado um universo digital em que pessoas reais compartilham objetos digitais.

Por exemplo: o Teams da Microsoft ou o Zoom já podem ser considerados uma forma de metaverso, uma vez que você está presente na sala, mas pode ser representado por uma imagem estática, avatares ou seu vídeo ao vivo.

Assim, o metaverso pode ser visto como um conceito mais amplo de fazer as pessoas se aproximarem sem a necessidade de estarem presentes fisicamente.

Outros exemplos da aplicação do metaverso são processos de integração e onboarding, treinamento e outros programas de RH ou de talentos, principalmente em épocas como a que vivemos, com a ascensão do home office.

Mas o metaverso vai muito além disso. As possibilidades futuras que ele representa podem ser extraordinárias. Imagine você colocar um óculos de realidade virtual e poder, de fato, entrar em um novo universo completamente imersivo e digital?

Metaverso e os criptoativos

O horizonte que se desenha conforme o metaverso vai ganhando espaço está ligado diretamente a outros termos que já têm o seu destaque no mercado, como é o caso das criptomoedas, tokens e a Blockchain.

As criptomoedas são moedas digitais descentralizadas, ou seja, não são emitidas ou regularizadas por nenhum tipo de governo. Por serem ativos digitais com alta especulação, cotados a partir do dólar, podem ser extremamente voláteis.

Se pararmos para pensar no potencial econômico do metaverso, ele é gigantesco. Imagine todo um ambiente virtual novo e inexplorado para anunciar e vender produtos, serviços e até mesmo cosméticos para o seu avatar criado para viver naquele ambiente virtual.

Quando se trata dos tokens, principalmente os NFTs (tokens não fungíveis) e as criptomoedas, os entusiastas do metaverso olham ele, inicialmente, como um ambiente virtual para que possam fazer transações descentralizadas através da Blockchain.

Sempre vimos filmes e jogos que abordavam o tema do metaverso, como é o caso do filme Jogador nº 1, por exemplo, que representava uma utopia, em que pessoas viviam suas vidas em ambientes virtuais. Entretanto, a realidade atual, mesmo que ainda não seja tão imersa assim, já nos permite explorar universos e até mesmo monetizar em cima deles, como é o caso de jogos que permitem a pessoa se divertir, mas proporcionam um ambiente propício para anúncios, vendas e muito mais. É um modelo de negócios bastante normal.

Mas, enquanto as transações, em sua maioria, acontecem através de “dinheiro normal”, com o crescimento do metaverso e o surgimento de ambientes totalmente digitais, as criptomoedas e até mesmo outros tipos de criptoativos poderão ser utilizados como “moeda corrente”.

Hoje em dia, por exemplo, existem os jogos conhecidos como play-to-earn, em que o jogador passa algumas horas por dia jogando na plataforma e recebe pagamentos em criptoativos, como é o caso do jogo Axie Infinity.

Em quanto tempo tudo isso será parte da nossa realidade?

Apesar de parecer algo maravilhoso, não é algo que veremos completamente em ação pelos próximos 5 a 10 anos. Pelo menos é a estimativa que Mark Zuckerberg, CEO do Meta (antigo Facebook) coloca para que as principais características do metaverso se tornem comuns aos usuários.

O que não quer dizer que, atualmente, não existam aspectos do metaverso que já estejam em circulação, como a banda larga ultra-rápida, fones de ouvido e óculos de realidade virtual, universos on-line e muito mais (nem tudo é acessível a todos, no entanto).

Além disso, ainda existem muitas aplicações mais ousadas para acontecer. Tokens e criptomoedas farão parte do metaverso, permitindo com que as pessoas comprem, possuam, licenciem e protejam seus ativos digitais.

Teremos, também, um enorme foco cada vez maior em privacidade, segurança e proteção de dados, uma vez que os dados 3D capturados do metaverso serão mais volumosos do que nunca. E conforme os periféricos para acessar o metaverso se tornam mais baratos, essas aplicações vão impactar cada vez mais nossa vida e nosso trabalho, em casa e nos fins de semana.

Também presenciaremos “apropriações de terra” e produtos virtuais. As marcas já estão adquirindo em adquirindo os melhores “espaços de terra” no mundo digital. A Nike, por exemplo, acaba de patentear produtos digitais. Assim, eles poderão vender produtos digitais no futuro.

Antes de achar que estamos enfrentando a “rebelião das máquinas” ou qualquer outro tipo de ficção em que a tecnologia subjulgará a humanidade, considere os aspectos positivos dessas mudanças. Muitas das tecnologias que estamos construindo há anos (blockchain, VR, AR, sensores, câmeras, 5G) estão agora se unindo. 

O metaverso que conhecemos hoje pode parecer estranho ou incomum no início, mas logo você verá aplicações reais chegando.

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